Resposta social à crise

05/24/2009

A crise económica é uma ameaça para os empregos, os salários e a segurança social. Para os déi Lénk é primordial defender os empregados/salariados. Queremos protegê-los melhor dos licenciamentos, aumentar o salário mínimo, reintroduzir a indexação dos salários, manter e criar empregos através investimentos públicos, reforçar os serviços públicos e controlar os bancos.

1. Manter os empregos

Nós propomos uma lei que impeça os licenciamentos “económicos” nas empresas que produzem lucro. Queremos também relançar a economia através investimentos na área ecológica e social, em particular a construção massiva de novos alojamentos.

2. Aumentar o poder de compra

É necessário aumentar o poder de compra dos empregados para garantir uma vida decente, aumentando assim a procura e estabilizando os empregos. Queremos aumentar o salário mínimo social em 300 euros e reintroduzir a adaptação automática dos salários ao índice dos preços.

3. Reforçar os serviços públicos e o Estado social

A privatização dos serviços públicos é um beco sem saída e os fundos de pensão privados especulam com o dinheiro dos seus clientes. Queremos alargar a oferta dos serviços públicos (transporte, comunicação, água, energia) e os sistemas de proteção social soildários.

4. Impostos justos

Os ricos e afortunados contribuem cada vez menos ao financiamento dos serviços públicos acessíveis a todos. Contra o dumping fiscal, queremos aumentar os impostos sobre as grandes fortunas e lucros das empresas.

5. Controlar os bancos

Queremos pôr termo à especulação financeira selvagem. Os bancos devem ser controlados, os “produtos financeiros tóxicos” proibidos e os lucros das transacções financeiras fortemente fiscalizadas.

“Para salvar o planeta, temos de sair do capitalismo”

Segundo as leis do mercado capitalista é necessário obter o máximo de lucro. Mesmo à custa da miséria social e da destrução do ambiente. O desenvolvimento sustentável é incompatível com a lógica do lucro rápido. É necessário restabelecer a prioridade do interesse comum, a igualdade social e um acesso justo dos recursos às gerações actuais e futuras. Por isso: abolir a lógica capitalista.

“Os salários em atraso”

“Os dados da contabilidade nacional mostram aliás que , num período de 20 anos, o aumento da remuneração por empregado foi quase de 30% inferior ao da produtividade.
Câmara de trabalho, Aviso do orçamento 2007


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